Pesca Predatória

A pesca predatória 

Pesca predatória, pode ser entendida como uma atividade pesqueira executada de forma excessiva e insustentável, sendo aquela que retira do meio ambiente muito mais do que, 
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ele consegue repor de maneira natural, praticada pela ação humana, o que provoca a extinção de mamíferos aquáticos e diminuições de populações de peixes.
      é uma das fontes mais primitivas de alimentos para os homens e animais carnívoros, quando feita de maneira predatória , causa um verdadeiro colapso nos estoques mundiais. Os peixes não conseguem se reproduzir com a velocidade que os cardumes são retirados do mar, gerando um grave déficit na populações.


   Mais de  30 milhões de pescados são retirados dos mares por ano para consumo. A partir dos anos 50 a tecnologia para a captura de peixes aumentou muito, por conta do uso de barcos que eram capazes de localizar cardumes. Em alguns lugares ainda é comum a utilização de redes, o que impossibilita a fuga dos animais e dizima cardumes inteiros.
90% dos estoques comerciais já foram prejudicados por esse modelo de pesca predatório. Peixes como o atum, um dos mais consumidos em todo o mundo, têm cerca de 60% de seus estoques mundiais esgotados.
A população de tubarões, também tem diminuído, estimam-se que existam 10% da população . O mercado asiático é muito aquecido com a utilização das barbatanas destes animais e mais de 70 milhões de tubarões são mortos todos os anos.
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                          Exemplos de pescas predatórias:

-Pesca com bomba – considerada de alto valor destrutivo, afetando a fauna, a flora e o substrato. Em varias parte da região ainda é praticada não só é predatória como é poluidora devido os materiais que é usado para sua fabricação.

-Pesca com rede de malha fina – um dos maiores problemas é o uso de redes com malha menor do que o permitido. Com isso, captura-se seres muito jovens. Esta prática leva, inevitavelmente, à escassez de peixes e, a longo prazo, à extinção de várias espécies, pois quando capturados muito jovens ainda não tiveram a oportunidade de reproduzir-se.

-Pesca do camarão com rede de arrasto – utilização de extensas redes que ao serem puxadas entre dois barcos pesqueiros (parelhas) varrem o fundo do mar. É uma prática extremamente nociva à biodiversidade marinha, pois a rede revolve o substrato e arrasta tudo que encontra pela frente, destruindo o habitat daquelas espécies que vivem no leito oceânico e coletando um excesso de animais que acabam sendo desprezados, por não possuírem valor comercial.

-Pesca em época proibida (defeso) – Realizada normalmente no Período de reprodução dos animais, acaba prejudicando o repovoamento do ambiente aquático.

 -Pesca seletiva com descarte – algumas modalidades de pesca são incrivelmente seletivas e altamente predatórias. Captura-se o animal para obter uma pequena porção de seu corpo, descartando a maior parte de sua estrutura física no próprio local da pesca. Isso ocorre por exemplo com a retirada das barbatanas dos cações.

 -Pesca com Venenos (timbó): Afeta todo o meio ambiente, inclusive trazendo complicações diretas ao Homem.

 -Pesca de Curral – Praticamente apreende todos os peixes, grandes, pequenos, de valor comercial ou não; e impedem que os cardumes passem pelos canais para se reproduzirem, condenando o ciclo de vida de forma predatória.

-Tapagem de Igarapé – Realizado com talas, cipós, varas e rede nos igarapés não podem ser utilizados para a pesca, porque agridem os animais e trazem desequilíbrio ecológico. Isso porque, todo tipo de animal aquático é preso. Independente do tamanho ou período reprodutivo.

 - A pesca predatória é feita por pescadores e também por grandes embarcações, pois na época que está no defeso, entram em nossos lagos e levam bastante pescado.

 – Os grandes arrastões: Nos lagos no período do verão. Que arrastam e levam os peixes maiores jogando os menores já mortos na água.

– As grandes bobuias: É uma pesca que também e prejudicial nos rios amazonas e tapajós, devido a quantidade de malhadeiras que é usada em frente as comunidades, tomando o espaço do pescador de pequeno arreios. E muitas das vezes desrespeitando os acordos e conselhos de pesca na região onde existe.






Futuro

Segundo os cientistas, nos próximos 40 ou 50 anos, a grande maioria das espécies que estão hoje ameaçadas poderão estar completamente extintas, e isso gerará consequências econômicas e ambientais muito difíceis de prever.
Cabe as autoridades a adoção de leis realmente eficientes, que protejam os rios, mares e oceanos, e que, de fato, promova a fiscalização das atividades de pesca, assim como a punição de arbitrariedades realizadas.

















      

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